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24/02/2017

Vigilância Sanitária alerta para cuidados com armazenamento de alimentos no verão


Em períodos com temperaturas mais elevadas, os cuidados ao armazenar produtos perecíveis precisam ser redobrados. No verão, os riscos de contaminação dos alimentos são maiores e, consequentemente, os problemas de saúde, como intoxicações alimentares, também aumentam.


Para a coordenadora da Vigilância Sanitária de Alimentos da Secretaria de Estado da Saúde, Karina Ruaro, é importante manter os alimentos refrigerados em uma temperatura de até 5ºC. “Entre os que precisam de mais atenção estão os chamados alimentos frescos como carnes, produtos lácteos, queijos, enfim, tudo o que for perecível merece mais cuidado”, garante.


Vigilância Sanitária alerta para cuidados com armazenamento de alimentos no verão


SUPERMERCADO – Na hora da compra, o ideal é levar os alimentos o mais rápido possível para a refrigeração, evitando expô-los a altas temperaturas. “Quando a pessoa vai ao mercado no verão, é interessante que ela comece a compra pelos produtos não perecíveis, e, por fim, pegue os alimentos refrigerados e congelados, justamente para evitar que fiquem expostos ao calor por muito tempo”, diz Karina.


Além disso, é importante perceber se os produtos estão sendo armazenados em temperaturas adequadas no próprio supermercado. “Em alimentos congelados, você percebe nas embalagens se eles estão rígidos ou amolecidos. Isso vai indicar se a temperatura do equipamento de armazenamento está adequada ou não”, exemplifica a coordenadora.



Vigilância Sanitária alerta para cuidados com armazenamento de alimentos no verão

PESCADOS – Os cuidados também devem ser lembrados na hora de comprar pescados. Se o peixe for fresco, a temperatura de conservação deve ser menor do que 4ºC. Além de manter sempre refrigerado na hora de transportar, deve-se notar no peixe as seguintes características: olhos brancos e salientes, brânquias de cor rosada a vermelho intenso, escamas firmes e sem a presença de manchas.



Ao comprar e preparar alimentos no verão siga essas dicas:

• Lave bem as mãos antes de preparar os alimentos; 

• Prefira alimentos leves e de fácil digestão, como frutas e legumes; 
• Certifique-se de que alimentos vendidos na praia estão bem cozidos ou assados; 
• Na hora de descongelar alimentos, use preferencialmente o microondas ou a geladeira. Não descongele em temperatura ambiente;
• Tome cuidado com alimentos com ovos como maionese e cremes. Após o preparo eles devem ser mantidos refrigerados;
• Fique atento com as embalagens. Não compre se estiverem perfuradas, sujas, amassadas, estufadas ou trincadas;
• Antes de comprar qualquer alimento, confira sempre a data de validade.

Créditos: http://www.saude.pr.gov.br/

12/06/2015

Proteja a sua família: não use chumbinho como raticida




Cuide bem da sua família: não faça uso do produto conhecido como “chumbinho” para eliminar roedores. O produto é ilegal e foi proibido no Brasil e em diversos países por ser extremamente tóxico para pessoas e animais domésticos. Sobretudo em crianças, o “chumbinho” pode levar à morte mesmo se ingerido em pequenas quantidades.

Por se tratar de um produto clandestino, o chumbinho não possui rótulo com orientações quanto ao manuseio e segurança, informações médicas, telefones de emergência, descrição do ingrediente ativo e antídotos que devem ser utilizados em casos de envenenamento. Sem essas informações, os profissionais de saúde tem mais dificuldade de agir para salvar a vida das pessoas intoxicadas pelo produto.

E não se esqueça: em caso de intoxicação, ligue imediatamente para o Disque-Intoxicação (0800-722-6001) e procure a unidade de saúde mais próxima.

Fonte: ANVISA - Projeto ClickSaudável.

04/02/2011

Dona de casa diz ter achado dedo humano em caixa de leite em SP

Ela afirma ter encontrado o "corpo estranho", quando virou a embalagem para retirar a bebida pelo corte que havia feito no "bico" da caixa da marca Lady. Miriam, de Bebedouro (381 km de São Paulo), afirma que já havia consumido quase todo o produto. Detalhe: o leite estava vencido desde o dia 28 de dezembro.

O caso foi parar na polícia, mas, por enquanto, nenhum laudo foi realizado para atestar o que é o material. A Vigilância Sanitária não enviou o material para estudo no Instituto Adolfo Lutz porque o leite já estava vencido. A dona de casa afirma querer que a empresa pague uma análise do material em um laboratório independente. A empresa LBR informou que possui "rígido controle de qualidade em todas as etapas do processo produtivo."

Em nota, a companhia disse que o processamento não tem contato com o meio externo, "o que impossibilita qualquer tipo de existência de corpo estranho." A empresa informou ainda que, após receber a reclamação da consumidora, "se colocou à disposição da mesma para todos os esclarecimentos necessários".