A missão da VISA é promover e proteger a saúde da população, garantindo os direitos constitucionais do cidadão e defendendo a vida. Seu objetivo é proteger e promover a saúde, evitando incapacidades e doenças.

24/04/2014

Anvisa participa de treinamento contra ameaças terroristas



Em 2013, foram registradas mais de duas mil ocorrências com explosivos no Brasil. O levantamento, realizado pelo Exército Brasileiro, foi divulgados nesta terça-feira, 22, na abertura do Treinamento em Ameaças Químicas, Biológicas, Radiológicas e Nucleares (QBRN) em Natal (RN). O curso tem a participação de representantes da Anvisa, Ministério da Saúde, Forças Armadas, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, além da vigilância epidemiológica e sanitária local.

De acordo com a Gerente-Geral de Laboratórios de Saúde Pública da Anvisa, Laís Dantas, o objetivo do treinamento é compartilhar o conhecimento, estabelecer responsabilidade e harmonizar procedimentos relacionados a acidentes com QBRN, principalmente em eventos de massa como a Copa do Mundo. “Desde 2011, a Agência vem trabalhando com este tema. Esse, por exemplo, é o segundo treinamento que damos em Natal”, revela.

Essa necessidade de harmonizar e integrar os diversos órgãos e esferas de gestão para os eventos de massa também foi destacada pelo Capitão do Exército Tadeu Barradas. De acordo com ele, o Brasil é o palco de grandes eventos de massa mundiais. Por isso, deve estar preparado para eventuais ataques terroristas. “De acordo com estatísticas, 54% dos atentados terroristas no mundo foram feitos com explosivos, 35% com armas de fogo e 11% por meio de sequestros ou envenenamentos. Temos que saber como lidar com essas questões”, acentua.

O Coordenador da Força Nacional do SUS, Cléber Verona, também destacou a importância do treinamento nas cidades-sede de jogos da Copa do Mundo. “Temos que desmistificar esses acidentes para termos condições de fazer os atendimentos da forma mais adequada”, sintetiza.

O treinamento, que termina no sábado, 26, abordará biossegurança, proteção radiológica, agentes nucleares, além de produtos químicos.

Imprensa/ Anvisa

19/03/2014

Acordo Setorial busca solução para descarte de medicamentos pela população



Encerra no dia 6 de abril o prazo para que os setores relacionados à fabricação e comercialização de medicamentos apresentem sugestões para a implantação do sistema de logística reversa de resíduos deste tipo de produto no País.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou em outubro de 2013 o edital de chamamento para a elaboração do acordo setorial que vai definir o funcionamento do sistema de descarte de medicamentos no Brasil. O edital chama os setores interessados a apresentarem sugestões que contemplem todas as etapas do ciclo de vida de medicamentos.


A iniciativa faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e é resultado da coordenação da Anvisa que avaliou o impacto e a viabilidade econômica e operacional da proposta junto aos representantes do setor farmacêutico, órgãos de vigilância sanitária, órgãos do meio ambiente, entidades profissionais e representantes da sociedade civil organizada. O documento final foi discutido ainda com os ministérios do Meio Ambiente, Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agricultura e Abastecimento e Fazenda.

A perspectiva é que a população tenha alternativa apropriada para o descarte seguro e ambientalmente correto das sobras dos medicamentos no ambiente domiciliar, por falta de uso ou com prazo de validade vencido.

Desde 2009 regulamento da Anvisa possibilita que farmácias e drogarias participem de programas voluntários de coleta de resíduos de medicamentos para descarte pela população, na perspectiva de apoiar as iniciativas de empresas comprometidas com a responsabilidade social e ambiental e atentas a essa necessidade da população.

Países como Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Suécia, Austrália, Canadá e Estados Unidos já adotam práticas para o descarte desse tipo de resíduo há alguns anos. No Brasil há iniciativas voluntárias e também casos de recebimento pelo poder público de medicamentos em desuso ou impróprios para o consumo. Em algumas regiões há legislação estadual ou municipal própria estabelecendo regras e responsabilidades para esse descarte.

A proposta de abrangência nacional deve permitir que os medicamentos que hoje são descartados por falta de uso ou com prazo de validade vencido tenham uma destinação final correta, pois irá viabilizar a coleta e a devolução dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou destinação final ambientalmente adequada dos produtos e suas embalagens, em consonância com o princípio da responsabilidade compartilhada preconizado pela PNRS.


Fonte: ANVISA

Anvisa proíbe mais dois lotes de suplemento whey protein

imagem ilustrativa (fonte: google)
A Anvisa proibiu, nesta quarta-feira (19/03), a distribuição e a comercialização, em todo o país, do lote 156/12 do suplemento proteico para atletas, marca 100% Whey Protein e do lote 857 do suplemento marca 100% Whey Protein Top Fuel. Ambos os lotes foram fabricados pela empresa Vulgo Suplementos Indústria de Alimentos Ltda em 12/2012 e possuem validade até 12/2014. Os dois lotes apresentaram quantidade de carboidratos superior, em mais de 20%, ao valor declarado no rótulo.
Clique aqui e confira as resoluções no Diário Oficial da União.

12/02/2014

Saúde & Economia: custos de tratamento para Transtornos de Ansiedade


10ª edição do boletim Saúde & Economia traz uma análise econômica sobre os tratamentos para ansiedade que utilizam os benzodiazepínicos. Estes medicamentos são recomendados como segunda linha para o tratamento dos transtornos de ansiedade, entre outros motivos, por causa da incerteza da sua eficácia a longo prazo, do seu potencial de abuso e do seu risco de dependência. Ainda assim, os benzodiazepínicos lideram a lista dos cinco medicamentos controlados mais vendidos no Brasil.
O estudo analisou quatorze medicamentos com sete princípios ativos. Apesar de não haver evidências disponíveis que apontam uma superioridade entre eles, foi possível encontrar uma diferença no custo de tratamento mensal de até 680%. Na comparação entre produtos com o mesmo princípio ativo, a menor variação de preços foi dos produtos com Clobazam, que variou 20%; e a maior foi dos medicamentos com Alprazolam, que variou 348%.

Os principais transtornos de ansiedade são o transtorno de pânico, de ansiedade social, de ansiedade generalizada (TAG) e o transtorno obsessivo compulsivo (TOC).


Fonte: ANVISA

Anvisa e Lacen firmam acordo e testam detergente hospitalar


A Anvisa e o Laboratório Central do Distrito Federal (Lacen-DF) vão monitorar os detergentes enzimáticos utilizados em hospitais. A Agência, por meio da Gerência Geral de Saneantes, e o Lacen-DF firmaram um termo de cooperação técnica para realização de testes laboratoriais nas diversas áreas de atuação da vigilância sanitária.  O protocolo já foi aprovado pela Diretoria Colegiada da Anvisa.
O primeiro resultado prático dessa cooperação será a análise pelo Lacen/DF dos detergentes enzimáticos comercializados no País. Esses produtos, utilizados exclusivamente para a limpeza de materiais hospitalares, possuem enzimas que degradam gorduras e proteínas existentes nos equipamentos médico-cirúrgicos.

A Coordenadora de Controle de Monitoramento de Saneantes, Rosa Aires Mesiano, explica que anteriormente os detergentes enzimáticos eram apenas notificados junto à Agência. No entanto, a partir de novembro de 2013, o registro passou a ser obrigatório. “Em 2012, a Anvisa publicou a RDC 55. Uma das determinações da resolução é o registro desses produtos, que até então eram notificados. A norma também tornou obrigatória a realização de testes que comprovem a atividade enzimática da protease e amilase”. Segundo a Coordenadora, as empresas tiveram um ano para realizarem a adequação à norma.

Para realizar os testes, o Lacen-DF adequou a estrutura física e capacitou seus profissionais para a implantação das metodologias necessárias ao monitoramento dos detergentes enzimáticos. Para Rosa, o termo de cooperação poderá favorecer toda a Agência e ser utilizado no monitoramento de vários tipos de produtos. “Nessa parceria com a Gerência-Geral de Saneantes, por exemplo, o acordo irá proporcionar mais segurança aos serviços de saúde na escolha e no uso dos produtos, garantindo a segurança dos pacientes que utilizam equipamentos e instrumentais médicos hospitalares”.

fonte: ANVISA